Jean Wyllys defende homofobia de Che Guevara em entrevista

Hícaro Teixeira – 30.06.2016

O deputado federal Jean Wyllys (PSOL-RJ) defendeu a homofobia de Che Guevara e a ditadura cubana, durante entrevista para a rádio Transamérica de Brasília.

Ele afirmou que não há problema algum em um gay se vestir de assassino homofóbico porque era “só uma brincadeira”.

Segundo ele, Che “lutava para livrar o povo da opressão e da pobreza” e que ele também era um “homem do tempo”.

Assista a entrevista: 

Sob pressão de senadores, Temer pode vetar o controle de 100% do capital estrangeiro de aéreas

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Hícaro Teixeira – 30.06.2016

O fisiologismo da classe política, a corrupção e o cartel estão entre os principais fatores que impedem o desenvolvimento e modernização do Brasil, e diante desse quadro, o país perde oportunidades de gerar empregos. Nessa semana, o presidente Michel Temer passou a ser pressionado por senadores a vetar a participação de 100% do capital estrangeiro nas linhas aéreas. Para eles, o texto precisa ser “revisto”. E Temer sinalizou que vetará.

É estranho. Isso tem cheiro de lobby de empresas que querem impedir a livre concorrência no setor. São práticas assim que fazem o consumidor pagar mais caro pelo preço de uma passagem.  Isso indica também que os senadores não querem perder a mamata.

O presidente do DEM, senador Agripino Maia, disse que o mercado brasileiro precisa ser “reestruturado primeiro para poder ampliar esta participação estrangeira”. Isso é papo furado.

Infelizmente, continuará vigorando o antigo texto permitindo apenas 20% para a participação estrangeira no setor. A MP original enviada por Dilma aumentava para 49%, mas na última semana, a Câmara aumentou permitindo concorrência total – mas em breve será vetado.

São esses impasses do capitalismo rasteiro, promovido por setores no Congresso para proteger empresas, que impedem a prestação de um serviço melhor à população.

A empresa Ryanair, famosa na Europa por ter promoções agressivas a um euro (R$ 3,80), vai começar a operar na Argentina e estuda outros mercados na região, mas descartou o Brasil. “O Brasil não atrai por ter muita corrupção”, afirma o presidente da aérea, Declan Ryan.

Foto: reprodução
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Este casamento foi custeado com o dinheiro da Lei Rouanet

Foto: Reprodução
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Hícaro Teixeira – 28.06.2016

Até casamento foi custeado com o dinheiro da Lei Rouanet. Segundo a investigação da Operação Boca Livre, deflagrada pela Polícia Federal e da Controladoria-Geral da União (CGU), o casamento de Felipe Amorim e Caroline, filho do empresário Antonio Carlos Bellini Amorim, do Grupo Bellini, seria um dos eventos bancados com verbas da Lei Rouanet.

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Foto: Reprodução

Privatize “tudo que for possível”, diz Michel Temer

 

Foto: Carolina Antunes/PR
Foto: Carolina Antunes/PR

Hícaro Teixeira – 28.06.2016

O presidente interino, Michel Temer, se reuniu na segunda-feira (28) com os ministros que tratam sobre a área de infraestrutura e afirmou: “Senhores, tudo que for possível transferir para iniciativa privada, façam! Não podemos ter preconceitos”.  As informações são da colunista Vera Magalhães, do Radar Veja.

Segundo os ministros, a iniciativa do governo é priorizar o programa de concessões e parceria público-privada de aeroportos e rodovias.

Temer fez questão de enfatizar a diferença da sua gestão com a de Dilma Rousseff – que tinha preconceitos com a iniciativa privada.

Professor é impedido de dar aula por aluno na USP

Hícaro Teixeira – 26.06.2016

Depois de ter a aula interrompida na semana passada por alunos da USP (Universidade de São Paulo), que tentaram fazer greve, dessa vez o professor de física, Silvio Salinas, foi impedido de dar aula. O aluno, identificado como “Thandryus”, entrou na aula de Salinas e interrompeu a aula. Em seguida fez força física contra o professor (idoso) para não ser retirado de sala.

O aluno é ligado a grupos radicais de esquerda que tentam impor greve na universidade.

Assista ao vídeo:

 

Paulo Henrique Amorim é condenado a cumprir pena por racismo contra Heraldo Pereira

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Hícaro Teixeira – 24.06.2016

Quando um negro não repete as práticas que a cartilha política da esquerda impõe no meio jornalístico, eles recorrem à cor para discordarem politicamente. Essa prática é crime de injúria racial. É o caso do “jornalista” Paulo Henrique Amorim, que chamou Heraldo Pereira, apresentador e jornalista da Globo, de “negro da alma branca”.

Amorim foi condenado pelo crime de injúria racial nessa semana, e terá de cumprir pena de um ano e oito meses de reclusão. A condenação foi dada pela presidente do Superior Tribunal de Justiça, ministra Laurita Vaz.

Racista se incomoda quando vê um negro destacando-se pelo o próprio mérito. Daí reproduz a seguinte frase infeliz: “[Heraldo] não conseguiu revelar nenhum atributo para fazer tanto sucesso, além de ser negro e de origem humilde”, disse Henrique Amorim.

As mensagens rasteiras que a esquerda tem passado nesses últimos anos, que o papel do negro é somente viver numa periferia, cantar rap, pichar muros ou fazer parte de coletivos negros, que ao invés de combaterem o racismo, preferem defender um partido para receberem em troca, o dinheiro do Estado.

Daí eu pergunto: algum grupo coletivo de negros repudiou o racismo praticado por Paulo Henrique Amorim contra Heraldo? Até agora nenhum! E não irão fazer isso. Motivo: político-ideológico.

A PF bateu na porta do diretor do site Brasil 247

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Hícaro Teixeira – 23.06.2016

É… Quem planta vento, colhe tempestade. Leonardo Attuch, diretor do site Brasil 247, foi levado a depor coercitivamente na sede da Polícia Federal, em São Paulo, na manhã dessa quinta-feira (23).

De acordo com o andamento da 31ª fase da Operação Lava-Jato, Attuch recebeu R$ 120 mil da Jamp, a empresa do lobista Milton Pascowitch. O que também comentam nos bastidores, é que a PF encontrou outras sujeiras envolvendo o jornalista.

Dilma Rousseff, antes de ser afastada com o impeachment, também firmou um contrato de R$ 2,1 milhões com o Brasil 247.

Se a PF investigar o fracasso da Oi, chegará ao Lula e na empresa de Lulinha

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Foto: Montagem

Hícaro Teixeira – 22.06.2016

Provavelmente a Polícia Federal vem investigando o ex-presidente Lula pelo declínio da semiestatal Oi, de R$ 50 bilhões de reais. Outro caminho que a PF pode trilhar é a Gamecorp, empresa de Lulinha, o Fábio Luís da Silva, que recebeu nada menos que R$ 5 milhões da telefonia.

Depois de manobras no Congresso alterando a legislação, houve a reestatização da antiga Brasil Telecom e a Telemar – que viraram a Oi. A empresa passou a ser financiada com o dinheiro do contribuinte. Os bancos públicos como Banco do Brasil, Caixa e BNDES foram usados por Lula para financiar a empresa com R$ 6,9 bilhões.

Nacionalizar empresas é um sonho do comunismo que nunca deu certo em nenhum país. Fidel Castro já tentou em Cuba, nacionalizando o sistema de comunicação e de energia elétrica. Um verdadeiro fracasso retumbante. Foi o que Lula fez com a Oi.

Primeiro vestiu a sua ideia com um marketing, de que seria um orgulho nacional ter uma empresa privada sendo campeã no cenário internacional. Em seguida, a causa virou um refrão para a militância e setores da imprensa. Lula orquestrou tudo para tirar vantagem. Foi um plano que, inclusive, envolveu a empreiteira Andrade Gutierrez, investigada no petrolão.

A Oi recebeu injeção do Estado, e mesmo assim, não conseguiu alcançar os concorrentes no setor de telefonia móvel. Faltou inovação. E sempre quando uma empresa tem vínculo com o Estado, e passa a depender de decisões e impasses políticos, ela não dá certo. Eike Batista está aí como testemunha.  Se o Estado quebra, ela vai junto. Outras empresas que adotaram as mesmas praticas quebrarão também.

No final dessa história, para desmantelar o corporativismo, a PF precisa ir a fundo, pois a Oi está pedindo proteção judicial contra falência de R$ 65 bilhões. É bom lembrar que os bancos públicos têm 17% da dívida. Ou seja, você pode arcar com essa conta.

(Vídeo) Alunos grevistas da USP tentam interromper aula de professor

Hícaro Teixeira – 21.06.2016

“Eu sou professor e quem manda aqui sou eu! A greve está na cabeça de vocês. Aqui está tendo aula normal. Fora daqui!”, reagiu o professor do curso de física da USP, Sylvio Salinas, com alunos “grevistas” que tentaram interromper a sua aula.

Assista ao vídeo:  

Estudante liberal enfrenta radicais da esquerda na UnB

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Hícaro Teixeira – 19.06.2016

A estudante Gabrielle Castello Branco, presidente do Distrito Liberal, foi impedida de discursar na Universidade de Brasília (UnB) por estudantes de extrema-esquerda. A ação do grupo mostra o nível do monopólio ideológico das esquerdas nas universidades. Mas Gabrielle, que enfrentou sozinha os estudantes, demonstra que esse controle dos socialistas na UnB vem se esgotando, e ao mesmo tempo, ela reforça a pluralidade – que tem faltado na universidade.

Assista ao vídeo: