Lula e líderes de movimentos precisam ser indiciados pelo ato terrorista na Esplanada

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Hícaro Teixeira – 30.11.2016

O ato de terrorismo provocado pela extrema esquerda na Esplanada é um capítulo preocupante para o Brasil, que, em hipótese alguma, podemos deixar passar. Cenas de violência, depredação do patrimônio público, carros de cidadãos sendo incendiados e outros capotados como o da TV Record.

É preciso responsabilizar e indiciar os verdadeiros organizadores, começando pelo o ex-presidente Lula que é o verdadeiro mentor. Ele influencia os líderes de sindicatos e movimentos como Guilherme Boulos (MTST), José Stédile (MST) e o Aristedes Santos (Contag), que fizeram declarações ameaçadoras dizendo que iriam incendiar o país se o Lula fosse preso ou se ocorresse o impeachment da Dilma.

Em um país sério, eles seriam punidos severamente por causa dessas declarações, mas como estamos no Brasil, essas ameaças passam batido.

Lembrando que a lei de Antiterrorismo não serve, pois ela protege os movimentos sociais só considera como ato terrorista “a prática, por um ou mais indivíduos, de atos por razões de xenofobia, discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia e religião”, ou seja, foi um projeto vazio votado pela esquerda apenas para servir como propaganda.

Sérgio Moro, juiz federal, precisa avaliar se vale a pena deixar o Lula solto diante desses atos violentos. Ele é uma ameaça é real e deixou o recado.

Itamaraty lamenta morte de Fidel Castro

Hícaro Teixeira – 27.11.2016

O governo brasileiro lamentou a morte do ditador cubano Fidel Castro. O chanceler José Serra disse que Castro marcou “profundamente a política cubana e o cenário internacional” e comentou que ele entra para a história como uma “das lideranças políticas mais emblemáticas do século XX”.

O grande erro foi o Serra tratar Fidel Castro como grande “líder” – um ditador que assassinou famílias, gays, católicos, músicos e ainda provocou a extrema pobreza na ilha. Atitudes que ferem os direitos humanos.

Leia a íntegra:

O governo brasileiro tomou conhecimento com pesar da morte do líder cubano Fidel Castro.

Como dirigente máximo de seu país por cinco décadas, marcou profundamente a política cubana e o cenário internacional. Entra para a história como uma das lideranças políticas mais emblemáticas do século XX. Não é possível entender a história de nosso continente sem referência a Fidel, suas ideias e ações à frente da revolução cubana e do governo do seu país.

Sua trajetória resume os dolorosos conflitos e contradições de um período histórico conturbado, no qual ideias de desenvolvimento e justiça social nem sempre se conciliaram, em nossa região, com o respeito aos direitos humanos e à democracia.

O governo solidariza-se com o povo cubano e apresenta a seu governo e à família de Fidel Castro suas sentidas condolências.

José Serra, Ministro das Relações Exteriores

 

Temer vai vetar a anistia ao caixa 2

O presidente Michel Temer afirmou na noite dessa sexta-feira (25) que irá vetar a anistia ao caixa 2, caso seja aprovada na malandragem no Congresso. Agora cabe ele vir a público dizer isso. E é bom lembrar que Temer precisa agradar a sociedade e não os políticos no Congresso.

Gentilli diz que o humor do Duvivier “é chato por ser contaminado”

Hícaro Teixeira – 20/11/2016

Ao comentar sobre a importância do humor, Gentili disse que o texto do Gregório Duvivier é chato por ser contaminado pela política.

“Se eu fosse deixar a política me contaminar, deixaria de ser um humorista pra ser chato que nem o Gregório”.

Existe a hora certa e o assunto certo para fazer esee tipo de piada politica no programa.

Ao defender Lula, Temer demonstra que está completamente desconectado com a sociedade

Hícaro Teixeira – 15.11.2016

Os nossos governantes sempre estão fora da realidade. Ao dizer que a prisão de Lula causaria instabilidade, durante entrevista ao Roda Viva, o presidente Michel Temer apenas demonstrou que não tem compromisso algum com o país e ficou evidente que na opinião dele a Lava-Jato atrapalha. Lembrando que, os principais caciques do PMDB estão sendo investigados.

Na realidade, a declaração de Temer defendendo Lula, é que causa instabilidade e incerteza no país. O brasileiro quer ver o Lula preso, pois ele é o chefão da quadrilha que assaltou o patrimônio público, provocando uma grande crise econômica. A lei precisa ser cumprida. O Brasil só tem a ganhar com a prisão do Lula. Nós precisamos virar essa página. Nossas instituições amadurecerão no combate contra a corrupção depois desse ato simbólico.

É bom lembrar que o povo está sendo tolerante com Temer, primeiro porque ele foi vice da Dilma, escolhido pelo PT que formou a chapa com PMDB, ou seja, veio de um círculo contaminado – um grupo que saqueou os cofres da Petrobras. Temer é o que sobrou do governo Dilma no Poder. Por isso que sempre considerei a tese do “golpe” algo de gente com retardamento mental.

Passou da hora do Temer deixar de governar para poderosos e grupos de interesses e se preocupar com o Brasil.

 

 

Governo Trump não afetará o Brasil, diz Rubens Barbosa

Hícaro Teixeira – 14.11.2016

A imprensa nacional tem criado um clima de pânico e incerteza aqui no Brasil após a vitória de Donald Trump como presidente dos EUA. Contra essa onda de pessimismo, o ex-embaixador do Brasil em Washington (sob FHC) Rubens Barbosa afirmou que a política externa de Trump não afetará o Brasil.

Em entrevista ao Painel da Globo News, onde outros especialistas previam um caos econômico, Barbosa foi direto.

“A relação do Brasil e os EUA é basicamente econômica comercial. O governo americano não tem influência sobre o que as empresas devem fazer. Em termos de política externa, qualquer coisa que o Trump fizer não afetará a América do Sul porque não somos prioridade pra politica externa americana”.

Barbosa ainda foi mais rígido em sua análise. “Se o Brasil quiser ampliar a relação com os EUA e com o Trump ou qualquer presidente, é preciso colocar a casa em ordem. Fazer as reformas aqui;  estabilizar a economia e adotar regras claras pra que as empresas venham investir”.

É simples: o Brasil precisa fazer o seu dever de casa ao invés de se preocupar com o que ocorre no quintal do vizinho. A democracia simplesmente agiu nos EUA – o povo escolheu e ponto final.

Ao finalizar sua análise, Barbosa destacou que somente dois pontos da política externa afetará o Brasil. Primeiro os imigrantes ilegais, que segundo ele, são 1 milhão e meio de brasileiros vivendo sob ilegalidade. E a outra questão são os produtos agrícolas, como a carne que poderá ter uma pequena limitação, porém, Barbosa ressaltou que é muito difícil ele intervir nesse setor.

A hipocrisia e demagogia de Djamila Ribeiro, interlocutora do movimento negro

Hícaro Teixeira – 06.11.2016

Djamila Ribeiro, secretária de Direitos Humanos da gestão Haddad, e uma das interlocutoras da militância negra, escorregou no seu próprio discurso sobre a importância de ter um negro representando os demais em grandes cargos.

Ao ser questionada, em entrevista ao jornalista Mario Sérgio Conti, sobre a opinião dela a respeito da Condoleezza Rice, Secretária de Estado Americano na gestão Bush, que é negra, Djamila deu a resposta mais cínica.

“Não basta ser uma mulher negra. Inclusive, a Angela Davis fala muito isso, se as pessoas não estão comprometidas com as pautas progressivas, pelas quais a gente luta. Vamos colocar uma mulher negra nessa posição, mas a pessoa está compactuando com uma lógica conservadora. Então isso em si não resolve”.

Como assim? Que choque hipócrita foi esse, Djamila? Incansavelmente você diz que falta um negro em grandes cargos, por “falta de oportunidades”, daí quando uma negra chega lá, só porque ela tem ideias à direita, não serve?

Então na concepção da Djamila, se Condoleeza sofrer racismo, não serve para a militância defendê-la. Estou errado? Não mesmo. Heraldo Pereira, repórter da TV Globo, foi chamado de “preto da alma branca” pelo Paulo Henrique Amorim, a Djamila e o movimento negro se manifestaram? Óbvio que não.

O mesmo seria o Fernando Holiday, um novo negro representando os demais na Câmara dos Vereadores de SP, que tem ideias liberais e opiniões contra o discurso vitimista do movimento negro, mas mesmo assim ele sofre racismo, sendo chamado de capitão do mato.

Indo direto ao ponto, acredito que seria muito melhor para a ideologia da Djamila, o Bush não escolher um negro para representar um cargo grande, pois assim ela e sua militância poderiam dizer que a “direita é racista”.

 

Favela do Quênia exporta gravatas e blazer coloridos e conquista o mercado na Europa

Hícaro Teixeira – 06.11.2016

O poder do livre mercado é algo fascinante.

Na favela de Kibera (considerada uma das maiores do mundo), no Quênia, costureiras e alfaiates locais passaram a produzir blazer estampados supercoloridos e gravatas borboletas cheios de estilo. As peças chamaram atenção do empresário sul-africano Nick Searra, que notou potencial no grupo e decidiu investir e capacitá-los. A ideia estourou na Eupora.

O projeto de moda social batizado de Wakuu fez sucesso e chamou atenção dos hipsters, bandas de indie e fashionistas. Searra aproveitou a demanda e passou a investir mais para expandir a marca, adotando um sistema de franquias para a instalação de lojas em capitais africanas e europeias.

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E qual é o ponto interessante nessa história? Quanto mais gastam nesses produtos, mais emprego e desenvolvimento geram para as favelas do Quênia. Com isso, o empreendimento colabora fortemente para a redução da pobreza.

Estão nos planos da organização oferecer bolsas de estudo em faculdades de moda para os profissionais da empresa.

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“Desde o início, nosso objetivo é, não apenas ser um ótimo lugar para as pessoas comprarem roupas, mas também uma forma de apoiar as comunidades com formação, emprego e desenvolvimento”, completa Searra.

Precisamos mudar a cultura política do nosso país

Hícaro Teixeira – 04.11.2016

Enquanto o Congresso Nacional continuar omisso com a reforma no sistema político, nossa democracia continuará sangrando. A reforma política no Brasil não pode ser feita de forma tímida – e ainda mais com os deputados e senadores se preocupando se terão vantagem com as futuras alterações. Adiar as falhas da nossa Constituição e do sistema Presidencialista não resolverá o grande gargalo político que temos no país

É preciso discutir de forma responsável a volta do Parlamentarismo, o fim do fundo partidário; fim do voto obrigatório e adotar o voto distrital misto.

Deputado tucano quer R$ 3 bilhões para partidos políticos

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Hícaro Teixeira – 03.11.2016

Às vezes me pergunto se realmente alguns deputados estão preocupados com essa crise, ou se é apenas um jogo de cena para conquistar poder. Me deparei com o projeto do deputado tucano Marcos Pestana (PSDB-MG) que prevê financiamento de campanha com recurso do Imposto de Renda.

O mais engraçado é o slogan do projeto parece que foi criado pelos marqueteiros do PT: “Fundo de Financiamento da Democracia”. Usam um nome bonito apenas para dar cores de democracia. Mas esse projeto é um verdadeiro escárnio.

O tucano defende o financiamento exclusivamente público. Ele quer que 2% desse dinheiro saia do bolso do contribuinte para financiar campanha do partido. Mesmo a sociedade pagando imposto, ela já não tem retorno nos serviços, e o cidadão ainda terá que bancar campanha política? Eu pensava que o Pestana era um deputado sério, mas ele está brincando com a cara do povo.

Anualmente, essa brincadeira custaria em torno de R$ 4 bilhões. E esse fundo teria uma divisão: FFD de Preferência Partidária e FFD Geral. No Fundo Geral, 5% iriam para todos os partidos para ser distribuído fraternalmente, e no caso da FFD Preferência Partidária, 95% ia para o segundo desempenho da sigla na disputa anterior na Câmara dos Deputados. Nesse caso, o dinheiro vai para o PT. Como assim? Um tucano defendendo doações de dinheiro público para os petistas? Não posso crer.